AUDITIVOS PERSONALIZADOS, E VAI OFERECER TESTES AUDITIVOS GRATUITOS NA AES BRASIL 2009
Representante exclusiva da marca Westone no Brasil, a Audicare oferece ao mercado nacional uma ampla gama de produtos, acessórios e equipamentos para pacientes, músicos e técnicos de Áudio.
Esta é a quarta edição que a Audicare participa da AES BRASIL 2009, e volta à cena com uma ampla linha de produtos para proteção auditiva, dirigidos a profissionais que trabalham ou passam longos períodos de tempos em ambientes ruidosos ou mesmo para situações de diversão, como shows, discotecas, permitindo ao usuário preservar sua audição. Além disso, dispõe de uma linha de protetores com formato universal, que se adaptam a todos os formatos de canal auditivo – ou personalizado com filtro flat, com o qual a intensidade do som é reduzida para a proteção do usuário, mas as características espectrais da fala e da música não são abafadas.
A Audicare também produz moldes para diversos tipos de monitores individuais, elaborados a partir da pré-moldagem do canal auditivo em massa de silicone, feita por profissionais qualificados, com o devido conhecimento técnico. Toda essa variedade de modelos, além de soluções e aplicações, poderão ser conferidos no estande da Audicare, na AES BRASIL 2009.
E como em todas as edições anteriores do evento nas quais a Audicare esteve presente, a empresa volta a oferecer o serviço de atendimento aos profissionais da área de Áudio para a realização do teste de audiometria de alta frequência (até 16K) gratuito. Em geral, cerca de 150 pessoas são atendidos durante os três dias de evento. O tempo aproximado de duração do teste é de 15 minutos.
Dra. Katya Freire, diretora clínica da Audicare
“O teste é realizado em uma cabine vedada acusticamente, o indivíduo recebe estímulos sonoros em frequências e intensidades diversas, e deve responder ao ouvir cada som. É muito simples e rápido, e as respostas são avaliadas posteriormente por fonoaudiólogas”, explica a Dra. Katya Freire, diretora clínica da Audicare e responsável por esta atividade na AES BRASIL 2009. Ela orienta que o teste preventivo deve ser feito ao menos uma vez por ano.
O convênio da Audicare com a organização da AES BRASIL integra uma campanha que a empresa já encampa há aproximadamente cinco anos, quando iniciou um trabalho de conscientização da necessidade de proteção auditiva para os profissionais da música.
A campanha, intitulada “Quem Ama Cuida: Proteja a sua Audição”, é um programa de conservação auditiva para músicos e técnicos de áudio, que inclui a realização de exames audiológicos (audiometria de alta frequência até 16K, audiometria tonal e vocal, imitanciometria); orientação sobre os cuidados na exposição a sons intensos; indicação e adaptação de protetores auditivos com filtro atenuador e monitores (in ears) personalizados que aliam qualidade sonora e proteção auditiva; e orientação quanto ao mapeamento audiológico do músico e técnico de áudio, para que se possa realizar uma melhor mixagem, mais personalizada para o músico.
“Nossa presença na 13ª Convenção da AES faz parte deste trabalho. A AES sempre esteve aberta para que a Audicare divulgasse seu projeto; realizamos exames de audiometria de alta frequência (até 16K) gratuitos durante o evento em todos os profissionais que desejarem participar desta campanha”, reforça a especialista.
Segundo ela, “é importante monitorar as alterações para que a perda auditiva não progrida, caso tenha sido provocada por exposição a sons intensos. O uso dos protetores e monitores pessoais auxilia neste cuidado. A boa notícia é que se o indivíduo mesmo com perda auditiva, caso venha a se proteger devidamente, a deficiência causada por níveis de pressão sonora elevados não progride”.
Em edições passadas da AES BRASIL pode-se observar que 35% dos indivíduos atendidos possuíam a queixa de zumbido. Na edição da AES BRASIL de 2007, a idade média das 108 pessoas avaliadas foi de 30 anos. “Devido a essa média, não encontramos diferenças estatisticamente significantes em relação à perda auditiva, mas 20% desses indivíduos apresentaram perda auditiva nas frequências de 14 K e 16K, o que só é esperado em pessoas acima de 40 anos, explica a especialista. E continua: “Isso mostra uma forte tendência desses sujeitos terem sua audição muito prejudicada durante suas carreiras. Todos que tinham mais de 11 anos de profissão apresentaram piora dos limiares audiométricos”.
Segundo as estatísticas, quanto ao uso do protetor, 48,1% dizem não usar nada; dos 51, 8% disseram usar algum tipo de proteção; e apenas 26,8% utilizavam protetores com filtro flat, que mantém a qualidade.
Consequências
A especialista adverte que a audição é invisível, e, por esse motivo, poucas pessoas se preocupam em incluir na sua rotina de check-up o exame audiológico. A perda auditiva por níveis de pressão sonora elevados é gradual, e como inicia nas frequências agudas, o indivíduo não percebe que está perdendo a audição.
“No começo pode sentir um zumbido ao sair de um ensaio ou show, e no dia seguinte esse zumbido some. Porém, com o tempo esse zumbido pode se instalar de vez e se tornar permanente, o que é um agente perturbador no dia a dia de qualquer pessoa”, diz. Além da perda auditiva e do zumbido, que são as principais consequências da exposição a sons intensos, existem várias outras, tais como sensação de plenitude auricular, hiperacusia, estresse, recrutamento, vertigem, desequilíbrio e até impotência sexual.
Prevenção
As perdas auditivas provocadas pela exposição a níveis de pressão sonora elevados podem ser prevenidas com a utilização de protetores auditivos com filtro especiais e monitores individuais (in ears), logicamente que sempre muito bem adaptados e com orientação correta quanto ao seu uso.
Para os profissionais de áudio e músicos, que precisam proteger a audição mas não podem perder a qualidade do som, existem protetores com filtro flat (filtro linear), que atenuam o som sem interferir em sua qualidade. Eles podem ser personalizados para garantir maior conforto e proteção para o profissional. E no caso dos in ears, o ideal é que possuam isolamento acústico. “É importante lembrar que esses indivíduos estão sempre expostos a outros fatores contribuintes para a perda auditiva, como por exemplo, o uso indevido de MP3s e I-POds”, diz a fonoaudióloga.
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